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Produção de biocombustível a partir de cânhamo industrial: etanol celulósico, biodiesel de sementes, balanço energético, viabilidade e comparação com outras oleaginosas no Brasil.
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As sementes de cânhamo contêm entre 30% e 35% de óleo, com perfil de ácidos graxos favorável à transesterificação — o processo químico que converte óleos vegetais em biodiesel.
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O caule de cânhamo — após a extração das fibras — contém elevada concentração de celulose (65–70%) e hemicelulose (15–20%), que podem ser hidrolisadas em açúcares simples (glicose e xilose) e fermentadas em etanol.
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O balanço energético — razão entre energia contida no biocombustível e energia fóssil consumida para produzi-lo — é uma métrica crítica de sustentabilidade.
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O cânhamo como matéria-prima para biocombustíveis agrega benefícios ambientais que vão além da substituição direta de fósseis:
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O Brasil reúne condições favoráveis para a produção de biocombustíveis de cânhamo:
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Produtores de biocombustíveis de cânhamo precisam gerenciar rastreabilidade da matéria-prima, conformidade com normas da ANP, documentação ambiental e créditos de descarbonização.
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Biocombustível de cânhamo: etanol e biodiesel
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